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Nesta quinta-feira (11/12), o nome do ator e empresário Leonardo Carvalho Torloni acabou figurando nas páginas de jornais. Leonardo, filho da atriz Christiane Torloni e do diretor Dennis Carvalho, foi acusado de extorsão.
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A denúncia foi feita pela empresária Carla Sarni, CEO do Grupo Salus, com quem Leonardo teve parceria de negócios. Em boletim de ocorrência, Carla alegou que Leonardo teria feito ameaças para obter um pagamento de quase R$4 milhões.
Leonardo alega que investiu mais de R$7 milhões em franquias da Giolaser e da Sorridents, ambas do grupo Salus. Segundo o ator, no período em que ele acumulou cerca de R$11 milhões em prejuízo, a franqueadora teria arrecadado mais de R$3 milhões em royalties.
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A denúncia feita por Carla foi exposta pela coluna de Fábia Oliveira, no Metrópoles. Depois disso, Leonardo se manifestou publicamente, através de seus advogados, e negou as acusações.
Em documentos, apresentados por advogados do ator, mostra-se que as tratativas de negociação foram feitas de forma formal. Carla alega que Leonardo teria ameaçado levar a história para o Fantástico, da TV Globo. Documentos, no entanto, mostram que o próprio Leonardo pediu que o negócio tramitasse em sigilo.
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“Todas as unidades em questão (e dezenas de outros franqueados pelo país) tiveram exatamente o mesmo resultado: prejuízo massivo, descapitalização e inviabilidade estrutural”, diz um trecho do documento enviado ao Grupo Salus.
A defesa do ator alega que o Grupo oferece um negócio “defeituoso” e que o fracasso das franquias não é resultado de má gestão. “Trata-se de um modelo de negócios defeituoso de origem, incapaz de se sustentar mesmo sob gestões competentes, diligentes e experientes”, diz a inda o documento.
Walfrido Warde, advogado do ator, alegou que as denúncias contra Leonardo causaram “perplexidade e indignação”. O advogado também defendeu que Leonardo tem “direito legítimo” em mover uma ação contra o grupo.