ANÚNCIOS
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) utilizou suas plataformas digitais para expressar posicionamento a respeito do falecimento do cão Orelha, episódio que mobilizou a opinião pública em Santa Catarina e no restante do território brasileiro.
ANÚNCIOS
Em postagem veiculada na rede social X, o congressista manifestou apoio aos protetores do animal e definiu o incidente como uma brutalidade carente de qualquer fundamentação.
O parlamentar enfatizou que atos violentos contra a fauna não devem ser minimizados, independente da faixa etária dos envolvidos. Segundo o congressista, eventos de tal truculência demandam punição e o respaldo de leis severas.
ANÚNCIOS
Flávio Bolsonaro mencionou ainda sua vivência como tutor de animais para ilustrar a aflição causada por uma perda ocorrida sob condições tão agressivas, associando a proteção dos bichos à preservação de princípios humanitários fundamentais.
O animal, que possuía status de cão comunitário, sofreu severas agressões no dia 4 de janeiro em uma localidade de alto padrão em Florianópolis, vindo a falecer por eutanásia após laudos constatarem traumatismo craniano.
ANÚNCIOS
“Imaginar a dor de perder um animal de forma tão violenta”, lamentou ele, ao se expressar sobre o assunto e dar mais detalhes sobre o que pensa diante dos ocorridos.
A apuração policial resultou no reconhecimento de quatro menores de idade como possíveis autores da infração, além do indiciamento de três familiares adultos sob a acusação de intimidarem um declarante no decorrer do processo investigativo.
A repercussão do caso do cão Orelha insere-se em um contexto de intensa mobilização social neste fim de janeiro de 2026, coincidindo com as discussões sobre maior rigor legislativo em episódios de maus-tratos.
O posicionamento do senador soma-se ao de outras figuras públicas, como a primeira-dama Janja, evidenciando uma convergência atípica de diferentes espectros políticos em torno da pauta do bem-estar animal e da responsabilização por atos de violência extrema.