Globocop ouve piloto de avião relatando perda de altitude antes de cair e flagra momento desesperador ao vivo

Acidente aconteceu nesta segunda, dia 3 de maio

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O trabalho jornalístico tem, entre suas funções, a missão de informar em tempo real, muitas vezes registrando situações graves no exato momento em que acontecem. Em cenários imprevisíveis, equipes de reportagem acabam se tornando testemunhas de episódios marcantes.

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Foi exatamente isso que ocorreu na tarde desta segunda, dia 4 de maio, em Belo Horizonte, quando a equipe do Globocop flagrou a queda de um avião de pequeno porte momentos após a decolagem.

A tripulação aérea da TV Globo acompanhava a movimentação quando captou, via comunicação por rádio, o piloto relatando dificuldades para manter altitude logo após sair do Aeroporto da Pampulha.

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Segundo as informações ouvidas, o piloto informou à torre de controle que não conseguia ganhar altura. Diante da situação, foi oferecida prioridade para retorno ao aeroporto, mas a resposta indicava que a aeronave não conseguia subir. Pouco tempo depois, o pior cenário se confirmou.

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O avião acabou caindo no estacionamento de um prédio residencial localizado na Rua Ilacir Pereira Lima, no bairro Silveira, na Região Nordeste da capital mineira. O impacto também atingiu parte da estrutura do edifício, especificamente entre o terceiro e o quarto andar, na área da caixa de escadas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, cinco pessoas estavam a bordo no momento do acidente. O piloto e outro ocupante não resistiram, enquanto três passageiros sobreviveram e foram socorridos. As vítimas resgatadas, conforme as autoridades, estão fora de perigo.

Equipes de resgate chegaram rapidamente ao local, incluindo bombeiros, ambulâncias do Samu e agentes da Defesa Civil. O atendimento ágil foi fundamental para evitar consequências ainda maiores, especialmente considerando que o prédio estava ocupado no momento da colisão.

A aeronave envolvida é um modelo EMB-721C, fabricado em 1979, com capacidade para até cinco passageiros além do piloto. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião não possuía autorização para operar como táxi aéreo.

As causas do acidente ainda serão investigadas por órgãos competentes, incluindo a Força Aérea Brasileira e a Polícia Civil. O caso chama atenção não apenas pela gravidade, mas também pelo fato de ter sido registrado em tempo real, reforçando o papel essencial do jornalismo na cobertura de acontecimentos inesperados

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira