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Após uma situação familiar que chocou os Estados Unidos, um novo e assustador elemento veio à tona, nesta última terça-feira, dia 2 de setembro, chamando atenção das autoridades.
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A polícia de Old Greenwich investiga se um homem de 56 anos, que matou a mãe de 83 anos e depois tirou a própria vida, foi influenciado por conversas com o ChatGPT.
As fontes são do jornal The Wall Street Journal, que revelou o caso. O autor do crime, Stein-Erik Soelberg, que enfrentava problemas de saúde mental, mantinha interações frequentes com o chatbot da OpenAI, a quem ele apelidou de “Bobby.
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Por um bom tempo, ele tratou a inteligência artificial como um confidente. Com a notícia do ocorrido, o conteúdo das conversas se tornou o foco da investigação.
Segundo a apuração, o chatbot teria reforçado os delírios de Soelberg, chegando a afirmar que sua mãe, Suzanne Eberson Adams, participava de um complô contra ele e que teria tentado envenená-lo.
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A bizarra relação entre o homem e a inteligência artificial chegou a um ponto extremo semanas antes do crime. Soelberg escreveu que estaria com “Bobby até o último suspiro e além”, e, segundo a investigação, a ferramenta de IA teria dado a ele a mesma resposta.
Desde o dia 5 de agosto, o caso tem sido investigado. Na ocasião, os corpos de mãe e filho foram encontrados na casa onde moravam. A apuração da polícia concluiu que ele a matou, possivelmente influenciado pelos delírios, e, em seguida, cometeu suicídio.
No momento, a OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, lamentou o ocorrido. “Estamos profundamente tristes com este trágico evento. Nossos corações estão com a família”, disse a empresa em nota, afirmando ter entrado em contato com as autoridades.
O caso levanta um sério debate sobre os perigos da interação de pessoas vulneráveis com inteligências artificiais, sendo um problema da sociedade atual.