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A Policia Civil confirmou a identidade do PM que participou das agressões e tortura contra uma empregada doméstica, de apenas 19 anos e grávida, na Grande São Luis. O crime aconteceu no dia 17 de abril, mas só veio à tona agora.
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A vítima trabalhava na casa de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, quando foi questionada sobre o paradeiro de um anel. Para intimidar e agredir a vítima, Carolina contou com a ajuda de um amigo, agora identificado: o policial militar Michael Bruno Lopes Santos.
Ao longo de cerca de uma hora, a vítima fio espancada e humilhada por Carolina e Michael, que chegaram a colocar uma arma na boca da jovem grávida enquanto questionavam sobre o paradeiro do anel.
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A polícia ainda trabalhava na identificação de quem era o amigo de Carolina que teria participado no crime, mas o homem se entregou nesta semana, depois que Carolina foi presa no Piauí.
Para a polícia, Carolina tentava fugir do Maranhão para escapar da prisão. Ela foi presa fora do estado, após não ter sido encontrada em casa durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em seu endereço.
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Quatro PMs foram afastados por omissão no caso
A Polícia Militar do Maranhão já tinha confirmado o afastamento de quatro policiais militares, investigados por omissão no caso. O grupo teria atendido a denúncia da vítima, mas não conduziram Carolina a delegacia porque a empresária era amiga de um deles.
Em áudios encaminhados à um grupo de amigos, Carolina admitia os fatos e narrava detalhes, afirmando que o policial teria explicado que, se fosse outro em seu lugar, o procedimento seria seguido porque a vítima tinha hematomas. Ainda assim, a mulher não foi presa em flagrante e nem conduzida à delegacia.