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Em uma reviravolta estarrecedora durante o próprio velório da vítima, o namorado de Henay Rosa Gonçalves Amorim, Alison de Araújo Mesquita, foi preso nesta última segunda-feira.
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O caso aconteceu no dia 15 de dezembro, em Divinópolis (MG). A morte de Henay, de 31 anos, que inicialmente parecia um acidente de trânsito, teve seu caso totalmente transformado.
A situação aconteceu após o namorado, de 43, confessar à Polícia Civil que a matou e simulou a colisão para tentar ocultar o feminicídio. A Polícia Civil concedeu as primeiras informações sobre o crime e falou sobre a confissão, motivada pelas provas.
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⏯️ Após um vídeo gravado por câmeras de segurança a Polícia Civil passou a investigar como possível femin1cíd10 a morte da jovem de 31 anos Henay Rosa Gonçalves Amorim. Inicialmente, a morte foi atribuída a um acidente que a jovem teria sofrido após o empresário Alison de Araújo… pic.twitter.com/V3cW8V0JUb
— Metrópoles (@Metropoles) December 16, 2025
Imagens de câmeras de segurança de um pedágio flagraram a cena: Henay no banco do motorista, já aparentemente desacordada, enquanto Alison, dirigia o carro de forma improvisada.
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Com a notícia da prisão, os detalhes do vídeo vieram à tona. A cena chamou tanta a atenção que a atendente do pedágio chegou a questionar se estava tudo bem. Cerca de nove minutos depois, o carro invadiu a contramão e colidiu, resultando na morte de Henay ainda no local.
Neste momento de dor e revolta, a Polícia Civil passou a reunir um vasto histórico de violência doméstica do casal. Com isso, conseguiram encontrar mensagens e registros de atendimentos médicos, que revelaram um cenário de intrigas, confusões e violência.
Os investigadores acreditam que esse contexto reforça a suspeita de que a morte da vítima não foi um evento isolado, mas o trágico desfecho de um ciclo de violência. A prisão de Alison no velório da vítima é um ato de Justiça.
O respeito pelo o que a verdade e a punição de um crime bárbaro representam é o que move a investigação. No momento, Alison de Araújo Mesquita está detido, e o caso de feminicídio segue sob investigação. O sentimento que fica é o de indignação diante da crueldade do crime.