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Em rodovias federais de intenso tráfego, especialmente em trechos sinuosos do interior de Minas Gerais, acidentes envolvendo veículos de passeio e caminhões ainda representam uma significativa parcela das ocorrências com vítimas fatais.
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Na manhã deste domingo, um desses episódios resultou na morte da enfermeira Stefany Lorrayne Silva, de 27 anos, no km 443 da BR-135, próximo ao município de Engenheiro Navarro, na região Norte do estado.
O acidente, registrado por volta das 6h30, envolveu um automóvel e uma carreta. De acordo com a concessionária responsável pela via, Ecovias Norte Minas, a colisão exigiu a interdição total da rodovia durante o atendimento às vítimas.
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A equipe de resgate constatou o óbito da jovem no local e socorreu o condutor do veículo em que ela estava. Ele foi encaminhado em estado grave para uma unidade de saúde em Bocaiuva. O caminhoneiro envolvido, de 51 anos, não se feriu.
As circunstâncias da batida ainda são objeto de apuração e geraram relatos conflitantes. O motorista da carreta declarou que se viu obrigado a desviar ao encontrar o carro em uma curva, momento em que teria ocorrido a colisão lateral.
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Em contrapartida, o pai do condutor do automóvel alegou que o caminhoneiro teria sido o responsável por entrar na contramão e, com isso, provocar o impacto.
A Polícia Militar Rodoviária também identificou diversas irregularidades no carro de passeio. O veículo estava sem licenciamento desde 2023, acumulava infrações e era conduzido por uma pessoa sem habilitação, o que agrava ainda mais o contexto do acidente.
O corpo da jovem enfermeira foi levado para uma funerária em Bocaiuva, enquanto a Polícia Civil realizou a perícia no local. A situação lança luz sobre a importância da fiscalização de veículos e da habilitação adequada de condutores, aspectos fundamentais para a segurança nas estradas.
Episódios como esse reforçam a necessidade de ações preventivas contínuas, tanto em infraestrutura quanto em educação no trânsito.