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Um momento de lazer familiar acabou em tragédia na noite de terça-feira (2), em uma praça de Goiânia (GO), quando Ronivon Almeida da Silva, de 39 anos, morreu ao tentar realizar um salto acrobático conhecido como “mortal” enquanto brincava com seu filho de 11 anos.
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O episódio foi registrado por câmeras de segurança e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, chocando internautas e levantando alertas sobre os riscos de acrobacias improvisadas.
As imagens mostram Ronivon, vestindo uma camiseta azul, subindo sobre o encosto de um banco na praça. Na primeira tentativa de salto, ele escorrega, mas insiste e tenta novamente.
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Na segunda tentativa, ele salta, lançando o corpo para trás, mas não consegue concluir o movimento e cai de forma brusca, de bruços, no chão. O impacto foi violento.
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Acionado imediatamente, o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) chegou ao local e encontrou a vítima em estado grave. De acordo com a corporação, Ronivon sofreu traumatismo cranioencefálico (TCE) e entrou em parada cardiorrespiratória logo após a queda.
As equipes de socorro tentaram reanimá-lo por cerca de 40 minutos, mas, às 20h20, foi constatada a morte. O acidente ocorreu diante do filho da vítima, o que acrescenta uma camada ainda mais dolorosa à tragédia.
A morte de Ronivon ressalta os perigos de movimentos acrobáticos realizados sem supervisão técnica ou ambiente seguro. Saltos como o “mortal” exigem preparo físico, orientação adequada e, preferencialmente, locais com equipamentos que minimizem os riscos de lesões graves.
Situações como essa reforçam a importância de cautela mesmo em contextos de diversão. A prática de exercícios ou brincadeiras com alto potencial de impacto deve sempre considerar os limites físicos e o ambiente ao redor, principalmente quando há crianças presentes.
O caso segue sendo um alerta para pais, educadores e frequentadores de espaços públicos sobre os cuidados necessários durante atividades recreativas.