Identificados o cinegrafista que morreu e a repórter da Band que está internada em coma após acidente na “rodovia da morte”

O cinegrafista não resistiu e a repórter da Band foi internada após ter ocorrido uma colisão. Mais detalhes chamam atenção.

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O jornalismo mineiro enfrenta um luto profundo e uma vigília de esperança após o devastador acidente ocorrido na tarde desta quarta-feira, 15 de abril de 2026, na BR-381, em Sabará.

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A equipe da TV Band Minas, composta pela repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, e pelo cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, retornava de uma pauta que, por uma ironia cruel do destino, tratava justamente da importância da duplicação daquela rodovia.

A obra iria auxiliar na redução de acidentes. E infelizmente, veículo em que estavam colidiu frontalmente com um caminhão na altura de Ravena, resultando na morte imediata de Rodrigo e deixando Alice em estado gravíssimo.

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Rodrigo Lapa era uma figura querida não apenas nas redações, mas também nos corredores de hospitais, onde dedicava parte de seu tempo atuando como palhaço para crianças internadas.

Ele havia retornado à Band em dezembro de 2025 e vinha se destacando pela sensibilidade em coberturas complexas, desde a festividade do Carnaval até o drama das chuvas na Zona da Mata.

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O cinegrafista deixa esposa e uma filha de apenas 7 anos. Sua partida gerou uma onda de pesar entre colegas, no Sindicato dos Jornalistas de Minas Gerais e na esfera política, com notas de solidariedade emitidas pelo governador Mateus Simões.

Enquanto a comunidade se despede de Rodrigo, as orações se voltam para a recuperação de Alice Ribeiro. A jornalista, que foi resgatada das ferragens e transportada pelo helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros, permanece em coma na UTI.

Com diagnóstico de traumatismo craniano e múltiplas fraturas, o quadro de Alice é considerado delicado. A assessoria hospitalar informou que detalhes específicos sobre sua evolução clínica não podem ser divulgados em respeito às leis.

Contudo, a emissora e o sindicato garantem que toda a assistência necessária está sendo prestada à família da repórter, que também é mãe. No momento, diversas pessoas estão torcendo por sua recuperação.

Este episódio reacende, de forma dolorosa, o debate sobre a precariedade da “Rodovia da Morte” e os riscos enfrentados pelos profissionais de imprensa que se deslocam diariamente por trechos perigosos em busca da notícia.

A TV Band manifestou seu profundo pesar pela perda de um companheiro tão versátil e comprometido, enquanto colegas de profissão e autoridades seguem em torcida pelo restabelecimento pleno de Alice.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.