ANÚNCIOS
Um idoso de 71 anos descobriu, da pior forma possível, que estava “morto” nos sistemas oficiais. A descoberta foi feita quando o homem tentava sacar a aposentadoria em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
ANÚNCIOS
O problema veio à tona quando ele procurou atendimento bancário e foi informado de que o benefício estava bloqueado por causa de um registro de óbito em seu nome. À imprensa, o homem contou que tem um suspeita sobre a origem do problema.
O aposentado acredita que a situação possa ter relação com a perda da carteira de identidade, ocorrida em 2006. A suspeita é de que o documento perdido tenha sido utilizado indevidamente por alguém que faleceu em posse desses documentos, levando inscrição do atestado de óbito nos sistemas.
ANÚNCIOS
Sem conseguir acessar o pagamento do INSS, o idoso passou a enfrentar dificuldades para resolver a situação. Ele afirmou que procurou diferentes órgãos em busca da regularização dos dados, mas ainda não conseguiu solucionar completamente o problema.
O homem procurou a Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais (DPMG) para entrar com uma ação na Justiça, recebendo um parecer favorável do Ministério Público do Estado de Minas Gerais ( MPMG). A promotoria recomendou o desbloqueio imediato das contas do idoso, mas a decisão cabe a 4ª Vara Cível da Comarca de Santa Luzia
ANÚNCIOS
Em 1º instância, o idoso conseguiu a nulidade do registro de óbito e a expedição de ordens para os variados órgãos públicos que o idoso vai precisar agora. O caso também deverá ser analisado pelo MP de Mato Grosso do Sul ( MPMS), onde o óbito foi registrado inicialmente.
Esse não é o primeiro caso em que uma pessoa viva precisa provar que esta viva, depois de ser vítima de um erro de dados. Neste caso, o idoso teve decisões favoráveis em primeira instância.