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Em um dia de luto para o futebol e a política do Rio de Janeiro, foi confirmado o falecimento do ex-árbitro Luis Antônio dos Santos, o Índio, nesta última terça-feira, dia 3 de dezembro, aos 55 anos de idade.
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O ex-árbitro teve seus sonhos e sua vida interrompidos de forma súbita, menos de seis meses após ser internado em coma induzido com suspeita de câncer cerebral.
A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFERJ) falou sobre o assunto através de uma nota e comentou sobre o legado do juiz, dando mais detalhes sobre o que teria acontecido.
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De acordo com a federação, ele participou de “vários jogos importantes do Campeonato Carioca e Brasileiro, como um dos principais árbitros do quadro da FERJ e da CBF”, revelou a entidade.
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Com a notícia de sua partida, os detalhes de sua carreira multifacetada vieram à tona. Índio foi aspirante ao quadro da Fifa, mas, fora do futebol, passou a dar aulas de educação física para pessoas com deficiência e atuou na gestão do prefeito Eduardo Paes.
Neste momento de dor, a lembrança de sua luta recente ressurge. Em julho deste ano, o ex-árbitro foi levado à UTI em coma induzido devido à suspeita de câncer cerebral, um susto que agora, infelizmente, se tornou realidade.
Índio foi um árbitro aspirante à FIFA e um dedicado servidor público. O respeito pelo o que sua atuação no esporte e na integração metropolitana representava é o que marca sua despedida. Os seus fãs continuam a se despedir.
No momento, a FFERJ manifesta seu profundo pesar. O sentimento que fica é o de uma perda trágica e precoce, que deixa uma lacuna no apito e no cenário político e social do Rio de Janeiro.