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Durante a madrugada de um domingo, um incêndio atingiu uma unidade destinada ao acolhimento de pessoas em tratamento contra a dependência química, localizada na região rural de Paranoá, no Distrito Federal.
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A clínica abrigava dezenas de internos que buscavam apoio no processo de recuperação, em um ambiente teoricamente voltado ao cuidado e reabilitação. A ocorrência resultou em cinco mortes e deixou outras 11 pessoas feridas, com idades entre 21 e 55 anos.
De acordo com informações fornecidas pelas autoridades, o local operava há aproximadamente cinco meses sem a devida autorização do Corpo de Bombeiros e sem alvará de funcionamento.
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Quando os bombeiros chegaram, encontraram o ambiente tomado por fumaça espessa e chamas visíveis no telhado. A equipe utilizou mangueiras com espuma para conter o fogo.
Na parte principal do imóvel, onde estavam cerca de 20 internos, foram encontrados os corpos de cinco homens, ainda sem identificação confirmada. Outros 26 acolhidos estavam alojados em dormitórios externos e não foram atingidos diretamente pelo fogo.
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As 11 pessoas feridas apresentavam sinais de queimaduras e sintomas de intoxicação por fumaça. Elas receberam atendimento inicial no próprio local e, posteriormente, foram encaminhadas para hospitais regionais do Paranoá, Asa Norte e Sobradinho.
O espaço afetado pelas chamas estava fechado com cadeado no momento da ocorrência, e ao lado de fora foram encontrados extintores que estavam descarregados. Para assistir ao vídeo CLIQUE AQUI!
O diretor responsável pela clínica prestou esclarecimentos à polícia e foi liberado após o depoimento. O Instituto Médico Legal recolheu os corpos para exames. Enquanto a perícia trabalha para identificar a causa do incêndio, a 6ª Delegacia de Polícia segue investigando os fatos.
O episódio reforça a importância da fiscalização e da regularização de instituições que prestam serviços essenciais à saúde e à recuperação de indivíduos em situação de vulnerabilidade.