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O confronto entre Irã e Estados Unidos ganhou novos capítulos neste domingo (12), com uma ofensiva iraniana que atingiu bases e estruturas militares ligadas aos norte-americanos em diferentes países do Golfo Pérsico.
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A resposta ocorre após dias de bombardeios realizados por Washington contra alvos em território iraniano. Segundo Teerã, mísseis e drones foram lançados contra instalações dos Estados Unidos localizadas na Jordânia, Bahrein, Catar, Omã e Emirados Árabes Unidos.
O governo iraniano também informou que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado por tempo indeterminado, ampliando a tensão na região. A escalada do conflito começou após embarcações comerciais que navegavam pelo Estreito de Ormuz serem atacadas pela Guarda Revolucionária Islâmica.
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Em reação, os Estados Unidos intensificaram as operações militares contra o Irã. Pelas redes sociais, o secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, afirmou que o governo iraniano “fez uma escolha ruim” e que agora enfrentaria as consequências da decisão tomada.
Já o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou que aproximadamente 140 objetivos militares foram destruídos durante três noites consecutivas de ataques. Entre os alvos estavam estruturas destinadas ao armazenamento de mísseis e drones, instalações da Marinha, depósitos de armamentos, redes de comunicação e sistemas de monitoramento.
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Na última quarta-feira (08/07), o presidente Donald Trump anunciou o encerramento do cessar-fogo com o Irã. Em resposta, o líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, prometeu retaliar pela morte de seu pai e antecessor, Ali Khamenei.
Ainda de acordo com a Guarda Revolucionária, a ofensiva deste domingo atingiu plataformas de apoio a porta-aviões norte-americanos em Omã, uma base aérea e um centro de manutenção de caças no Catar, além de sistemas de defesa, radares, depósitos de munição e instalações militares dos Estados Unidos no Kuwait, Bahrein e Jordânia.