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Após ter a validade de seus laudos médicos questionada, a defesa de Jair Bolsonaro (PL) protocolou um novo pedido urgente ao STF, nesta quinta-feira, dia 11 de dezembro.
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Os advogados solicitaram autorização para realizar um exame de ultrassom dentro da Polícia Federal, visando comprovar a necessidade de uma cirurgia. As fontes são da petição enviada ao ministro Alexandre de Moraes, que deverá responder em breve aos apelos feito pelo ex-presidente da República.
O objetivo é atestar a existência de uma hérnia inguinal bilateral e atualizar os documentos médicos, uma vez que o magistrado apontou que os exames apresentados anteriormente já tinham mais de três meses de expiração.
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Com a notícia da solicitação, o relatório médico anexado expôs a gravidade do quadro. Segundo os profissionais, o ex-presidente sofre com dores na região inguinal, agravadas por crises de soluço que aumentam a pressão abdominal.
Há relatos de episódios de falta de ar e síncope (desmaio), indicando risco de “descompensação súbita”, de acordo com os seus principais defensores. Diante da situação, os especialistas recomendam um tratamento cirúrgico que exigiria anestesia geral.
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Para viabilizar a prova pericial sem a necessidade de deslocamento do preso, a defesa indicou o médico Bruno Luís Barbosa Cherulli. O profissional da saúde deverá levar o equipamento e realizar o exame na própria sede da PF, conforme está sendo solicitado no pedido realizado por seus advogados.
Desde o dia 25 de novembro, Bolsonaro cumpre pena definitiva na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, condenado por tentativa de golpe de Estado. A defesa insiste que o quadro de saúde se agravou no cárcere e requer “atenção urgente”.
No momento, cabe ao ministro Alexandre de Moraes decidir se autoriza o procedimento. Os advogados argumentam que o ultrassom é rápido e não invasivo, sendo crucial para definir se o ex-mandatário precisará ser submetido a uma cirurgia de emergência.