Laudo diz qual foi a causa da partida de advogada que teve corpo encontrado no Leblon

O laudo trouxe mais detalhes sobre o que teria acontecido com a advogada que não resistiu no RJ e causa foi exposta.

ANÚNCIOS

O Rio de Janeiro acompanhou com consternação o desfecho do desaparecimento da advogada Tamyris Teixeira Santos, de 35 anos, cujo corpo foi sepultado na manhã desta quinta-feira, 23 de abril de 2026, no Cemitério São Francisco Xavier.

ANÚNCIOS

Após quatro dias de buscas intensas, o laudo da necropsia revelou que a causa da morte foi um Acidente Vascular Cerebral (AVC) provocado por afogamento. Com isso, a causa da morte foi exposta.

O documento pericial explica que a asfixia e a aspiração de água geraram uma falta crítica de oxigenação, resultando em lesões cerebrais fatais que culminaram no AVC enquanto a vítima ainda estava no mar.

ANÚNCIOS

A tragédia teve início neste último sábado, no dia 18 de abril, quando Tamyris estava com um grupo de amigos no quiosque Pato com Laranja, na Praia do Leblon.

Segundo os relatos colhidos pela Polícia Civil, a advogada decidiu entrar no mar para um mergulho e não retornou à areia. O aspecto que mais chama a atenção nas investigações é o fato de os amigos terem deixado o local sem a presença de Tamyris.

ANÚNCIOS

A família só foi alertada sobre a gravidade da situação no domingo, quando um funcionário do quiosque entrou em contato ao notar que os objetos da advogada permaneciam abandonados no local.

A operação de resgate foi deflagrada pelo Corpo de Bombeiros (CBMERJ) logo após a notificação do desaparecimento, envolvendo o grupamento marítimo de Botafogo. O corpo de Tamyris foi localizado na tarde de terça-feira, 21 de abril, próximo ao mirante do Leblon, após horas de varredura na região.

Agora, a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) segue à frente do inquérito para esclarecer todos os detalhes que cercam os momentos finais da advogada, incluindo o comportamento das pessoas que a acompanhavam e as condições marítimas no momento do mergulho.

O caso de Tamyris serve como um alerta doloroso sobre os perigos ocultos das correntes marítimas e a importância da vigilância mútua em ambientes de lazer.

A perda de uma profissional jovem e ativa em circunstâncias tão súbitas deixa um vazio profundo entre amigos, familiares e colegas de profissão na capital fluminense.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.