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A história do esporte brasileiro é marcada por nomes que ultrapassam gerações e se tornam referências dentro e fora das quadras. Atletas que dedicam décadas ao alto rendimento acabam representando mais do que resultados, simbolizando esforço, identidade nacional e inspiração coletiva.
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Em modalidades como o basquete, onde o reconhecimento global exige ainda mais dedicação, poucos conseguiram atingir um nível tão elevado de prestígio. Foi nesse cenário que a notícia da morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos, provocou grande comoção nesta última sexta-feira (17).
Considerado um dos maiores nomes do basquete mundial, ele teve sua trajetória lembrada por diversas autoridades, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em manifestação pública, o chefe do Executivo ressaltou a relevância do ex-jogador, destacando sua entrega ao esporte e sua capacidade de mobilizar o país em torno da seleção brasileira.
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Entre os momentos mais lembrados de sua carreira está a vitória histórica do Brasil sobre os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis. Na ocasião, a seleção brasileira superou os anfitriões por 120 a 115, resultado que entrou para a memória do esporte por marcar a primeira derrota dos norte-americanos em casa na competição.
Além disso, Oscar também fez parte da equipe que conquistou a medalha de bronze no Mundial de 1978, realizado nas Filipinas. Nos últimos anos, o ex-atleta enfrentava um tumor cerebral, condição que acompanhou por mais de uma década e meia.
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Oscar Schmidt, o "Mão Santa", foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.
Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e…
— Lula (@LulaOficial) April 17, 2026
Segundo familiares, ele lidou com a doença de forma firme, mantendo sua postura admirada por fãs e colegas. Na tarde desta sexta-feira, após passar mal em casa, foi levado ao Hospital Santa Ana, em Santana de Parnaíba, mas não resistiu.
A despedida será reservada à família. O legado deixado por Oscar Schmidt segue vivo não apenas pelos números expressivos nas quadras, mas também pela influência duradoura sobre novas gerações, reforçando o papel transformador do esporte na vida das pessoas.