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O cenário dos Jogos Abertos da Cantuquiriguaçu (Jarcans) foi tomado por uma profunda tristeza nesta quinta-feira, 23 de abril de 2026, após a confirmação da morte prematura de Ana Júlia, uma criança de apenas 9 anos.
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O acidente ocorreu nas dependências do Centro de Tradições Gaúchas (CTG) de Marquinho, no Paraná, em um momento em que a menina estava montada em seu cavalo fora das áreas oficiais de competição.
Segundo informações da prefeitura local, o animal teria se assustado com algo no ambiente, provocando uma queda fatal que interrompeu os sonhos de uma jovem promessa da modalidade campeira.
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A resposta das equipes de emergência foi imediata, com o suporte da Secretaria de Saúde de Marquinho prestando os primeiros socorros ainda na região em que a menina se encontrava, no parque.
Ana Júlia foi transportada às pressas para a unidade de saúde do município, mas, infelizmente, o impacto da queda foi severo demais e a menina já deu entrada no local sem sinais vitais.
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A notícia gerou um impacto imediato na organização do evento, levando a prefeitura de Marquinho a cancelar todas as provas da modalidade campeira em um gesto de respeito e solidariedade à dor da família e da delegação.
Ana Júlia integrava a equipe do município de Candói e estava na cidade para disputar as provas de laço, uma tradição que ela já abraçava com dedicação apesar da pouca idade.
Em resposta à tragédia, o município de Candói decretou luto oficial de três dias e suspendeu as atividades escolares nas unidades municipais Tereza Stavny da Silva e Escola do Campo de São Pedro nesta sexta-feira.
A comoção uniu as duas cidades em uma rede de orações e condolências, reforçando o sentimento de perda de uma pequena atleta que era motivo de orgulho para sua comunidade e para o movimento tradicionalista gaúcho da região.