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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta segunda-feira (15) que a Polícia Penal do Distrito Federal esclareça, em até 24 horas, por que não houve o transporte imediato do ex-presidente Jair Bolsonaro para sua residência, no último domingo (14).
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O despacho solicita ainda que seja enviado ao STF um relatório detalhado da escolta, com informações sobre o veículo utilizado para o deslocamento até o Hospital DF Star e sobre os agentes responsáveis pela segurança dentro do quarto durante a internação.
Bolsonaro chegou à unidade de saúde por volta das 8h da manhã, onde passou por exames e foi submetido a um procedimento para remoção de lesões no tronco e no braço direito.
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A intervenção contou com sedação e anestesia local. Segundo o cirurgião Cláudio Birolin, que integra a equipe médica do ex-presidente, o quadro de saúde inspira cuidados, já que ele estaria se alimentando pouco e apresentando fragilidade clínica.
A saída do hospital ocorreu pouco antes das 14h. Nesse intervalo, Bolsonaro acenou para apoiadores que se concentraram nas imediações da unidade, muitos dos quais entoaram o hino nacional em sua presença.
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Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Penal do DF explique, em 24 horas, a demora de Jair Bolsonaro ao deixar o hospital após exames. A ordem foi motivada pela demora do ex-presidente em deixar a unidade de saúde, onde permaneceu por cerca de seis minutos parado ao lado do… pic.twitter.com/gSxZu3jfjD
— GloboNews (@GloboNews) September 15, 2025
Após o contato com o público, ele seguiu para casa, onde permanece em cumprimento da medida restritiva imposta pelo Supremo. A determinação de Moraes sobre o deslocamento busca esclarecer se houve descumprimento do protocolo de custódia estabelecido pela prisão domiciliar.
O relatório solicitado deverá trazer informações que permitirão avaliar se houve irregularidades ou atrasos injustificados no processo de escolta. Enquanto isso, o caso reforça o ambiente de forte vigilância em torno das condições de cumprimento da pena de Bolsonaro.
A atuação do STF e a necessidade de constante monitoramento das medidas impostas indicam que cada movimentação do ex-presidente seguirá sob intenso acompanhamento institucional e político.