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Ocultar objetos ou substâncias dentro do próprio corpo representa um enorme risco à saúde e pode provocar consequências extremamente graves. Esse método, frequentemente utilizado no transporte ilegal de drogas, expõe a pessoa a complicações que podem colocar a vida em perigo, mesmo antes de qualquer abordagem policial.
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Além dos riscos médicos, situações desse tipo costumam estar ligadas a organizações criminosas, tornando os casos ainda mais complexos para as autoridades. A Polícia Civil identificou como Dayana Guzman Ancieta a mulher encontrada morta em um terreno de Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo.
De nacionalidade boliviana, ela transportava cerca de um quilo de cocaína no estômago, informação confirmada pela corporação durante o andamento das investigações. O caso segue sendo apurado para esclarecer tanto as circunstâncias da morte quanto o destino da droga.
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O corpo foi localizado na última sexta, dia 11 de julho, entre duas caçambas, em um terreno situado na Rua Manoel Sebastião, no bairro Chácaras Reunidas Guaió. Guardas Civis Municipais foram acionados após a denúncia e encontraram a vítima com as pernas amarradas e envolvida em um cobertor.
Ela estava vestida quando foi encontrada e aparentava ter aproximadamente 40 anos. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceram ao local, mas apenas puderam confirmar o óbito. Em seguida, profissionais da Polícia Científica realizaram a perícia para coletar vestígios que possam ajudar a reconstruir a dinâmica do ocorrido.
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Embora a investigação tenha confirmado que Dayana transportava cocaína no organismo, a causa da morte ainda não foi oficialmente divulgada. A Polícia Civil trabalha com diferentes linhas de investigação e busca determinar se o transporte da droga teve relação direta com o desfecho do caso ou se houve participação de terceiros.
Outro ponto que está sendo apurado é o destino da carga de entorpecentes. Os investigadores procuram identificar quem receberia a droga e qual seria o papel da vítima dentro da possível operação criminosa. Informações preliminares indicam ainda que Dayana tinha uma irmã residente no estado de São Paulo, fato que também passou a integrar as diligências.
O caso está sob responsabilidade do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Mogi das Cruzes. A suspeita é de que o corpo tenha sido deixado no terreno durante a madrugada, período em que a movimentação na região é reduzida.