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Uma tragédia abalou a zona rural de Bacabal, no interior do Maranhão, na noite desta segunda-feira, 13 de abril de 2026. Maria José Mariano, de 49 anos, perdeu a vida após ser brutalmente atacada pelo próprio cachorro, um pitbull.
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Isso aconteceu dentro de sua residência no povoado Cordeiro. De acordo com informações fornecidas pelo capitão Brandão, do Corpo de Bombeiros, o incidente ocorreu no momento em que a mulher dava banho no animal.
O companheiro da vítima, conhecido popularmente como “Jacaré”, chegou à casa pouco depois e encontrou a esposa já sem sinais vitais e com ferimentos gravíssimos pelo corpo.
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Diante da extrema agressividade do cão e temendo pela própria vida, o homem precisou se trancar às pressas em um dos cômodos do imóvel, de onde acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.
As equipes de resgate relataram que tentaram conter o animal utilizando equipamentos específicos, como enforcadores e outras técnicas de manejo, na tentativa de evitar o abate.
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No entanto, o porte físico do pitbull e seu comportamento descontrolado tornaram a contenção impossível. Enquanto isso, trancado e em estado de choque, o marido da vítima começou a relatar um forte mal-estar físico, o que elevou o nível de urgência da ocorrência.
Para garantir a segurança do sobrevivente e permitir o acesso ao corpo de Maria José, os policiais militares intervieram e realizaram um disparo de arma de fogo, resultando na morte do animal.
O histórico do cachorro trouxe detalhes importantes para a compreensão do caso, já que o animal havia sido adotado pela família já na fase adulta há cerca de dois anos.
Vizinhos relataram que o cão já havia demonstrado comportamento agressivo em ocasiões anteriores, e o próprio casal já teria sido alertado sobre os riscos de manter o animal no ambiente doméstico.
Até o momento, a Polícia Civil foi acionada para investigar as circunstâncias exatas do ataque e determinar se houve negligência ou outras responsabilidades envolvidas na morte da servidora.
O episódio reacende o debate sobre os cuidados necessários ao adotar animais de grande porte com histórico desconhecido e a importância de observar sinais precoces de instabilidade comportamental.