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Uma grande polêmica envolvendo um padre e uma acólita vem chamando atenção e gerando intensos debates nas redes sociais e dentro da comunidade católica.
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O episódio, que ocorreu em Nova Maringá (MT), levantou discussões sobre os limites da convivência entre religiosos e fiéis, especialmente quando um dos envolvidos desempenha funções dentro do altar.
A jovem de 21 anos, no centro da controvérsia, atuava como acólita na Paróquia Nossa Senhora Aparecida. A função de acólita, tradicional na Igreja Católica, é desempenhar tarefas auxiliares nas celebrações litúrgicas, como acender velas, segurar livros litúrgicos, organizar objetos sagrados e ajudar o sacerdote durante a missa.
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Trata-se de uma função de confiança e dedicação à fé, geralmente exercida por quem tem forte vínculo com a comunidade religiosa. O caso ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais, no qual o padre Luciano Braga Simplício aparece sendo confrontado por um grupo de homens dentro da casa paroquial.
👰Padre flagrado com noiva de fiel em casa paroquial depois de empurrar o "cajado de Moisés". pic.twitter.com/YlLIU1nYEn
— Diego mello (@hdiegorj) October 15, 2025
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De acordo com as imagens divulgadas os homens arrombaram portas do quarto e do banheiro após o padre se recusar a abrir. Nas imagens, a jovem, que é noiva de um fiel da paróquia aparece chorando e escondida sob a pia.
A Diocese de Diamantino, responsável pela paróquia, confirmou que abriu uma investigação interna para apurar a conduta do sacerdote. Em nota, a instituição informou que o processo levará em consideração fatores como consentimento, gravidade e possíveis reincidências.
O objetivo, segundo a diocese, é “restaurar a confiança dos fiéis e reparar o escândalo causado”. A família da jovem registrou um boletim de ocorrência denunciando o vazamento das imagens, classificadas pela Polícia Civil como caso “atípico”, já que a apuração depende da representação da vítima.
O vídeo se espalhou rapidamente por Nova Maringá cidade de pouco mais de cinco mil habitantes e acabou viralizando, gerando debates sobre privacidade, ética e os desafios enfrentados pela Igreja diante de situações delicadas como esta.