Pai do MC Gui chora diante de casa incendiada e mostra que altar com Bíblia ficou intacto

O pai do MC Gui mostrou que o seu altar contendo uma Bíblia ficou intacto, enquanto o resto da casa pegou fogo. Mais detalhes.

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O empresário Rogério Alves, pai do cantor MC Gui, compartilhou um relato emocionante e carregado de fé após o incêndio devastador que destruiu a residência de sua família na Vila Formosa, Zona Leste de São Paulo, no dia 12 de abril de 2026.

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Em meio aos escombros e à destruição quase total do imóvel, um detalhe chamou a atenção: um altar contendo uma Bíblia, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida e uma réplica do Templo de Salomão permaneceu completamente intacto.

Rogério, visivelmente abalado, descreveu o episódio como uma prova divina, afirmando que ele e sua esposa, Claudia Baronesa, deveriam estar mortos diante da gravidade das chamas e da densidade da fumaça que tomou conta do local.

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Embora o casal tenha conseguido escapar sem ferimentos graves, o prejuízo material foi imenso. Pelo menos dois carros foram totalmente carbonizados na garagem, e a estrutura da casa foi seriamente comprometida, chegando a atingir um imóvel vizinho.

Durante a tentativa desesperada de salvar o macaco de estimação da família, apelidado de Pipoca, Rogério relatou ter ficado com partes do corpo “chamuscadas” pelo calor intenso.

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“Gente, a casa inteira queimou. Mas o cantinho da minha fé não queimou. Tá aqui, ó: olha minha Bíblia. A minha Nossa Senhora, aqui, ó, o Templo de Salomão. Tudo queimado, mas [aqui] não queimou. Mas Deus é bom demais, acreditem nele”, disse.

MC Gui, que não reside com os pais, acompanhou a situação de perto e utilizou suas redes sociais para agradecer pelo que considerou um livramento para seus familiares.

As investigações sobre a origem do desastre já apontam uma linha principal. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a hipótese mais provável é que o fogo tenha sido provocado por uma motocicleta elétrica que estava conectada à tomada na garagem.

A perícia técnica ainda trabalha no local para confirmar se uma falha no carregamento ou um curto-circuito no veículo foi, de fato, o estopim para o incêndio de grandes proporções.

Enquanto a família processa a perda material, o caso serve como um alerta sobre os cuidados necessários com o carregamento de baterias de veículos elétricos em ambientes residenciais.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.