Piloto e pesquisadora alemã são identificados como vítimas após queda de avião no MS

O piloto e a pesquisadora não resistiram após terem sofrido uma queda na região do MS. Mais detalhes foram expostos.

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O cenário da aviação civil e da pesquisa ambiental no Centro-Oeste registra uma grave ocorrência na manhã desta sexta-feira, 3 de julho de 2026.

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A queda de uma aeronave de pequeno porte nas proximidades do Aeroporto Santa Maria, na saída para Três Lagoas, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, resultou no óbito do piloto Henrique Martin de Carvalho e da pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff.

A cientista era uma renomada especialista em tamanduás-bandeira, com uma trajetória de atuação e preservação no Pantanal que se estendia por mais de duas décadas.

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De acordo com as informações oficiais consolidadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, o bimotor a pistão, modelo EMB-810D fabricado pela Neiva em 1983, pertencia à empresa Amapil Táxi Aéreo.

O voo havia decolado de um aeródromo local com destino à região pantaneira, mas acabou caindo em uma área de vegetação densa e de difícil acesso geográfico. Equipes de busca e salvamento do Corpo de Bombeiros Militar foram mobilizadas imediatamente após o sinal de alerta e confirmaram que os dois únicos ocupantes sofreram lesões incompatíveis com a vida ainda no local do impacto.

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Em nota oficial, a empresa responsável, que atua há mais de 52 anos no setor, manifestou profundas condolências aos familiares e assegurou estar cooperando integralmente com os órgãos públicos responsáveis.

A perda de Lydia Möcklinghoff repercute intensamente na comunidade científica internacional e nas redes de conservação da biodiversidade brasileira, dado o seu histórico de dedicação ao bioma pantaneiro.

O trágico desfecho soma-se ao monitoramento de ocorrências complexas e acidentes que demandam o emprego de perícia especializada em transporte no país, mantendo proximidade cronológica com as investigações de tráfego que mobilizaram as autoridades rodoviárias nos estados vizinhos no início deste inverno.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.