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Após a megaoperação que deixou um rastro de luto no Rio de Janeiro, a cidade se despede de seus policiais mortos, nesta última quinta-feira, dia 30 de outubro, em uma cerimônia de despedida marcada por forte emoção e um esquema de segurança reforçado.
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Os sargentos do Bope, Heber Carvalho da Fonseca e Cleiton Serafim Gonçalves, são velados na sede da tropa de elite. O comandante do Bope, o coronel Marcelo Corbage, que exaltou a bravura dos agentes.
“Eles não serão esquecidos. Antes de morrer, os PMs salvaram colegas feridos”, disse o comandante, trazendo uma importante informação sobre os PMs.
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Além disso, ele também descreveu a intensidade do confronto, dizendo que nunca viu nada igual e que os suspeitos estavam preparados para uma guerra.
Com a notícia da despedida, a dimensão da “Operação Contenção”, realizada na terça-feira (28), voltou a ser o centro das atenções. Considerada a mais letal da história do estado, a ação nos Complexos do Alemão e da Penha resultou na morte de 121 pessoas.
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O balanço foi feito pela Defensoria Pública, e gerou um intenso debate sobre a violência policial. Diante da perda de seus agentes, o governador Cláudio Castro anunciou uma promoção póstuma para os quatro policiais mortos.
Com isso, ele também reafirmou sua polêmica declaração de que as “verdadeiras quatro vítimas” da operação foram os policiais, gerando críticas de movimentos de direitos humanos.
Desde a terça-feira, a dor tem sido constante para as forças de segurança. Além dos dois sargentos do Bope, a operação também vitimou os policiais civis Marcus Vinicius Cardoso de Carvalho e Rodrigo Velloso Cabral, que foram sepultados na quarta-feira (29).
No momento, uma importante informação sobre o velório foi divulgada, confirmando que a cerimônia de despedida será fechada para preservar as famílias das vítimas.
O corpo do sargento Heber será levado em um caminhão dos bombeiros para o sepultamento em Sulacap, enquanto o corpo do sargento Cleiton seguirá em cortejo para sua cidade natal, Mendes, no interior do estado.