Polícia diz qual foi o motivo de empresário ter morrido enquanto cortava o cabelo no PR

O empresário não resistiu e mais detalhes foram expostos.

ANÚNCIOS

A Polícia Civil do Estado do Paraná concluiu as investigações relativas à morte do empresário Hugo Gabriel Moll, de 38 anos, confirmando que a vítima foi assassinada por engano enquanto utilizava os serviços de uma barbearia no município de Ponta Grossa.

ANÚNCIOS

Os detalhes do encerramento do inquérito foram apresentados nesta terça-feira, 28 de julho, juntamente com a confirmação da prisão temporária de cinco suspeitos de participação na ação criminosa.

O homicídio ocorreu no dia 19 de junho em um estabelecimento localizado na Avenida Pedro Wosgrau, no bairro Cará-Cará, e foi registrado por sistemas de monitoramento por vídeo.

ANÚNCIOS

De acordo com as apurações conduzidas pelo delegado responsável pelo caso, Luis Gustavo Timossi, o empresário não possuía registros criminais e tornou-se vítima do ataque devido à sua presença no local no momento da abordagem.

A investigação apontou que o alvo planejado pelos atiradores era um indivíduo com histórico policial por tráfico de entorpecentes, o qual havia deixado o estabelecimento minutos antes do ingresso dos executores.

ANÚNCIOS

Ao entrarem no local, os suspeitos confundiram o cliente com o alvo pretendido e efetuaram disparos na região da cabeça, resultando no óbito imediato do empresário.

Durante a investida contra o estabelecimento, o barbeiro João Victor Pereira também foi atingido por disparos na região do tórax. O profissional de beleza necessitou de internação hospitalar por um período superior a vinte dias e segue em processo de recuperação em seu domicílio.

A identificação do erro na execução do plano criminoso e o mapeamento da dinâmica dos fatos auxiliaram as forças de segurança na localização e na detenção do grupo investigado.

No âmbito pessoal e profissional, Hugo Gabriel Moll atuava no segmento da construção civil na região. O empresário era casado há cerca de dois meses e deixa a esposa e um filho de 12 anos.

Com a identificação e a detenção dos suspeitos, os autos do inquérito policial serão finalizados e remetidos ao Poder Judiciário para a instauração da ação penal correspondente.

Escrito por

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.