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O policial penal Tarso Esdra de Moura foi identificado como a vítima encontrada morta às margens da Rodovia Raposo Tavares, na região do Rio Pequeno, zona oeste de São Paulo, na noite de domingo (26).
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O servidor, que atuava no sistema prisional paulista, estava desaparecido desde que a família perdeu contato com ele no mesmo dia. Informações divulgadas pelo Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (Sinppenal) apontam que o corpo apresentava diversos ferimentos.
Segundo as informações, as evidências incluem marcas de disparos de arma de fogo, golpes de faca, indícios de traumatismo craniano e outras lesões. O homicídio é apurado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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Até o momento, um homem foi preso suspeito de participação no crime, enquanto outro continua sendo procurado. Conforme informações iniciais, o detido atua como vigilante particular, mas a identidade dele não foi divulgada.
Segundo o presidente do Sinppenal, Fábio Cesar Ferreira, conhecido como Fábio Jabá, Tarso estava afastado das funções por motivos de saúde e era lotado na unidade prisional de Aguaí, no interior paulista.
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Ele também afirmou que o agente vinha sofrendo ameaças de morte e chegou a registrar boletim de ocorrência antes do assassinato. Em publicação nas redes sociais, Fábio informou que esteve no Instituto Médico Legal (IML) e lamentou a morte do policial penal.
O corpo foi localizado no acostamento da rodovia após uma comunicação feita à concessionária responsável pelo trecho. Equipes enviadas ao local encontraram a vítima caída às margens da pista. Durante a perícia, documentos pertencentes ao policial foram encontrados em um ponto distante do local onde estava o corpo.
O caso foi registrado no 89º Distrito Policial (Jardim Taboão), enquanto as autoridades seguem investigando a motivação do crime e tentando localizar o segundo suspeito.