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O senador Flávio Bolsonaro (PL) usou as redes sociais para se manifestar após a Primeira Turma do STF formar maioria pela condenação do ex-presidente. Flávio saiu em defesa do pai mais uma vez.
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Em uma sequência de publicações feitas no Twitter (X), o senador fez afirmações fortes e criticou os votos da ministra Cármen Lúcia – que foi a responsável pelo voto que formou maioria.
Ao longo das publicações, o senador fez alegações fortes e afirmou que o objetivo do STF seria matar seu pai. As declarações foram republicadas por apoiadores e chamaram a atenção.
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“Carmem Lúcia não individualiza UMA ÚNICA conduta de ninguém, não cita UMA prova de absolutamente nada. Pessoas que não se conhecem e nunca se falaram passaram a integrar uma organização criminosa”, disse Flávio.
A turma da farsa acusou o golpe com a aula dada por Luiz Fux, em seu voto ontem.
O joguinho combinado dos 4 outros membros da 1ª Turma durante o voto de Carmem Lúcia foi simplesmente constrangedor, com direito a inédito e anti regimental aditamento do voto de Alexandre de Moraes…— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) September 11, 2025
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“Discurso virou prova de premeditação. Narrativas viraram fundamento jurídico. SUPREMA PERSEGUIÇÃO. QUEREM MATAR BOLSONARO”, completou.
Em seu perfil, o senador também fez críticas à Alexandre de Moraes, que foi relator do processo. Críticas contra o ministro Alexandre de Moraes não são novidade para a família Bolsonaro e sua base de aliados.
Há anos, o discurso adotado pelo ex-presidente e seus aliados é o de que o ministro estaria em um espécie de perseguição contra Bolsonaro. Dessa vez, Flávio acusou o ministro de transformar a Suprema Corte em um “teatro” e afirmou que o ministro quis “se vingar” de Bolsonaro.
A Primeira Turma do STF é composta pelos ministros: Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Carmen Lúcia e Cristiano Zanin. O último, que é presidente da sessão, ainda deve votar.
Apesar disso, os votos até aqui já formaram maioria para que os réus sejam condenados pelos crimes de: deterioração de patrimônio tombado; dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União; golpe de Estado; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; e organização criminosa armada.