Querida professora de 41 anos deixou relato comovente nas redes antes de morrer

Valéria de Castro Alves morreu aos 41 anos após tratar quadro avançado de câncer

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A despedida de uma professora querida costuma ir muito além dos muros da escola. Quando alguém dedica a vida a ensinar, formar gerações e construir laços com alunos e famílias, sua ausência é sentida por toda a comunidade.

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Em Araguaína, no norte do Tocantins, a morte da educadora Valéria de Castro Alves despertou uma grande onda de homenagens e mensagens de carinho, especialmente após a divulgação de um relato emocionante que ela havia compartilhado durante o tratamento contra o câncer.

Valéria morreu aos 41 anos, no último domingo, dia 12 de julho, após enfrentar um câncer de pulmão. Professora há mais de duas décadas na cidade, ela se tornou conhecida pelo trabalho voltado à educação infantil e pelo carinho com que tratava crianças e colegas. Sua história ganhou ainda mais repercussão por causa de um depoimento publicado meses antes nas redes sociais.

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Na mensagem, a professora revelou que seu maior sonho era acompanhar o crescimento dos filhos. Ela dizia desejar voltar a segurá-los no colo sempre que quisesse e sonhava em presenciar momentos importantes da vida deles, como a formatura, o casamento e a construção de suas próprias famílias.

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O diagnóstico da doença foi recebido em maio de 2025, quando o câncer já estava em estágio avançado. Os exames também identificaram uma mutação rara, tornando o tratamento ainda mais desafiador. Segundo o marido, Emersom Castro, o organismo de Valéria inicialmente não respondeu bem à quimioterapia, fazendo com que a doença evoluísse rapidamente.

Antes de precisar se afastar por causa das limitações impostas pela doença, Valéria atuava no Educandário Objetivo e também desenvolvia atividades com crianças na Quarta Igreja Batista de Araguaína. Ela deixa o marido e os filhos Arthur, de 9 anos, e Samuel, de apenas 2, cuja amamentação precisou ser interrompida durante o tratamento.

Natural do Maranhão, Valéria escolheu Araguaína para construir sua família e sua carreira. O sepultamento aconteceu na manhã de segunda, dia 13 de julho, no Cemitério Jardim das Paineiras. Nas redes sociais, amigos, ex-alunos e colegas seguem prestando homenagens, lembrando não apenas da professora dedicada, mas também da mulher que lutou até o fim.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira