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Procedimentos ligados ao emagrecimento têm ganhado cada vez mais espaço nas redes sociais e atraído pessoas em busca de resultados rápidos. Contudo, estes tratamentos clandestinos colocam a saúde de quem submete a eles em risco.
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O crescimento desse mercado também aumentou a atenção das autoridades sobre a comercialização e aplicação irregular de substâncias utilizadas para perda de peso, especialmente quando os produtos são manipulados fora de ambientes autorizados.
Em Americana, no interior de São Paulo, uma farmacêutica de 25 anos foi presa nesta quinta-feira durante uma operação conduzida pela Polícia Civil de Santa Bárbara d’Oeste.
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Segundo os investigadores, ela é suspeita de utilizar um salão de design de unhas como ponto para aplicação de medicamentos emagrecedores em clientes, prática que teria ocorrido sem autorização adequada. A investigação começou após uma denúncia recebida pela polícia, que passou a monitorar a atuação da profissional.
Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão no estabelecimento comercial, localizado no bairro Morada do Sol, os agentes encontraram materiais ligados às aplicações dentro do espaço utilizado para atendimento estético.
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De acordo com a corporação, uma seringa contendo tirzepatida pronta para uso estava armazenada em um frigobar do salão. Em outro ponto do local, também foram encontradas mais seringas e frascos da mesma substância.
A ação policial se estendeu ainda a duas residências situadas no Jardim Guanabara, onde os investigadores localizaram ampolas e canetas contendo compostos como retatrutida, tirzepatida e GHK-CU.
Além dos medicamentos, os policiais apreenderam dinheiro em espécie que, segundo a investigação, teria origem em aplicações e vendas realizadas anteriormente. Um aparelho celular, um cartão de crédito e uma arma também foram recolhidos durante a operação.
Ainda conforme a Polícia Civil, a suspeita acompanhou toda a ação e foi conduzida até a delegacia, onde permaneceu presa em flagrante. O caso segue sob investigação para identificar a possível extensão dos atendimentos realizados e verificar se outras pessoas podem ter sido afetadas pelas aplicações feitas fora dos protocolos exigidos pelos órgãos de fiscalização.