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Uma sucessão de eventos trágicos no Rio de Janeiro somou-se ao luto nacional que marcou o início de janeiro de 2026. No último dia 9 de janeiro, uma família inteira morreu eletrocutada no bairro Silvado, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio.
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A situação aconteceu após um passeio em uma cachoeira. As vítimas foram identificadas como Júlia Lyandy Chagas, seu marido João Victor Vargas Ormond Gomes e o filho do casal, Brian Vargas, de apenas quatro anos de idade.
O acidente ocorreu na Estrada Comandante Celso, quando a família retornava para casa e decidiu parar em um trecho da via. A tragédia começou quando Júlia tentava aprender a andar de moto.
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Enquanto pilotava o veículo sozinha, ela sofreu uma queda e acabou caindo exatamente sobre um cabo de alta tensão que estava rompido e energizado no solo, o que causou sua morte.
Ao presenciar a esposa recebendo a descarga elétrica, João Victor correu em sua direção na tentativa desesperada de salvá-la, mas acabou sendo eletrocutado ao tocar nela. Assim, não foi possível salvar a sua vida também.
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Poucos instantes depois, o pequeno Brian se aproximou dos pais e também sofreu o choque fatal. Os três morreram no local antes mesmo que qualquer socorro pudesse ser prestado.
As equipes de resgate precisavam aguardar o desligamento da rede pela concessionária Enel para se aproximar dos corpos. O caso gerou uma onda de indignação entre os moradores da região, que afirmam ter solicitado a reparação e a remoção daquela fiação.
Em nota oficial, a companhia lamentou as mortes e informou que está colaborando com as investigações. A perda desta jovem família, interrompida por uma falha de infraestrutura e por um gesto de amor desesperado do marido causa tristeza.