Vídeo flagra mulher desesperada tentando escalar portão pouco antes de ser morta pelo ex

O crime chocou os familiares e amigos da vítima.

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Casos de agressões contra mulheres seguem como um desafio persistente no Brasil. Dados recentes de órgãos de segurança pública indicam que milhares de ocorrências são registradas todos os anos, revelando um cenário que mobiliza autoridades e entidades de proteção.

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Em meio a esse contexto preocupante, episódios ocorridos em grandes centros urbanos reforçam a urgência de políticas preventivas e redes de apoio eficazes. Câmeras de segurança instaladas nas ruas da zona Norte de São Paulo, flagraram uma mulher sendo perseguida por um homem em plena via pública.

A vítima, identificada como Priscila Ribeiro Verson, aparece correndo pela calçada e tentando escalar o portão de um imóvel para escapar. O suspeito, apontado como seu ex-companheiro, surge conduzindo um carro branco e estaciona próximo a ela.

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Nas gravações, é possível perceber o desespero da mulher ao pedir ajuda, enquanto o homem se aproxima e a alcança após ela perder o equilíbrio e cair. A vítima era amiga de Tainara Souza Santos, mulher que morreu em dezembro do ano passado após um episódio na Marginal Tietê que resultou na amputação de suas pernas.

A coincidência entre os dois casos chamou a atenção de moradores da região e reacendeu discussões sobre a vulnerabilidade feminina em situações de relacionamento conturbado.

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Após a agressão, o homem colocou a mulher no veículo e a levou até o Hospital Municipal Vereador José Storopolli, onde ela já chegou sem sinais vitais, apresentando escoriações e hematomas.

Policiais militares foram acionados e detiveram o suspeito, de 36 anos, dentro da própria unidade de saúde. No interior do carro, os agentes encontraram um galão de gasolina e vestígios de sangue.

O automóvel e o celular do investigado foram apreendidos para perícia, e o caso foi registrado como feminicídio no 73º Distrito Policial. Ele permaneceu preso, à disposição da Justiça.

Especialistas reforçam que denunciar ameaças e buscar apoio institucional pode ser decisivo para interromper ciclos de agressões. A conscientização coletiva e o fortalecimento das redes de proteção são apontados como caminhos essenciais para reduzir ocorrências semelhantes no futuro.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.