Perícia mostrou que Adalberto manteve relação íntima antes de morrer em Interlagos

O caso segue intrigando a polícia de SP.

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O caso da morte do empresário Adalberto Amarilio Junior, encontrado em circunstâncias misteriosas dentro de um buraco em uma obra no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, ganha novos contornos com a divulgação de um dos laudos periciais.

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A investigação, que já intrigava pela ausência de sinais de violência externa e pelos elementos incomuns da cena do crime, agora pode tomar um rumo diferente com a revelação de uma possível motivação sexual ligada ao assassinato.

Conforme apuração do SBT Brasil, um dos três laudos realizados pela Polícia Técnico-Científica, todos sob sigilo, revelou um resultado positivo no exame de PSA (Antígeno Prostático Específico), indicando presença de sêmen no corpo da vítima.

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A detecção foi feita especificamente na região genital, sugerindo que Adalberto manteve relações sexuais antes de ser morto. A análise agora segue para a tentativa de extração de DNA do material, o que pode ser determinante para identificar outra pessoa envolvida no crime.

Adalberto foi encontrado sem calça e sem sapatos, detalhes que, aliados ao achado do PSA, reforçam a hipótese de que a motivação do crime pode envolver componente sexual. A causa da morte, segundo os laudos já concluídos, foi asfixia, possivelmente por constrição torácica ou estrangulamento.

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O corpo foi localizado quatro dias após seu desaparecimento, o que, segundo os peritos, pode explicar a ausência de álcool ou drogas em seu organismo, conforme apontado pelo exame toxicológico.

O empresário havia participado de um evento de motociclistas no mesmo dia em que desapareceu, acompanhado de um amigo, Rafael Albertino Aliste. Em depoimento, Rafael relatou que ambos consumiram cerveja e maconha antes de se separarem.

Adalberto chegou a informar a esposa que estava a caminho de casa, mas não chegou. O corpo foi achado dias depois, sem sinais visíveis de violência, o que inicialmente dificultou as conclusões preliminares.

Um último laudo, ainda em andamento, analisa vestígios de sangue encontrados no carro da vítima, um detalhe que intriga os investigadores, já que o corpo não apresentava ferimentos visíveis. Caso o sangue seja de outra pessoa, pode abrir um novo caminho nas investigações.

Esse conjunto de descobertas aumenta a complexidade do caso e pode alterar a direção da apuração policial, especialmente se for confirmado que Adalberto manteve contato íntimo com alguém nas horas que antecederam sua morte.

A eventual identificação do DNA encontrado no corpo poderá ser decisiva para esclarecer se o crime teve motivação pessoal, sexual ou envolvia outros fatores ainda desconhecidos.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.