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A tensão nas ruas de Teerã e em cidades israelenses alcançou níveis alarmantes. Famílias vivem sob sirenes, bunkers e incertezas, enquanto o mundo assiste à escalada militar mais grave entre Irã e Israel nas últimas décadas.
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Em meio a bombardeios mútuos, civis temem por suas vidas, e o sentimento de insegurança reina absoluto. No último domingo, dia 15 de junho, essa tensão atingiu um novo ápice: Israel lançou um ataque direto à sede da TV estatal iraniana IRIB, em plena transmissão ao vivo.
O momento dramático foi registrado pelas câmeras, mostrando a apresentadora fugindo do estúdio tomado por fumaça. O ataque, parte da “Operação Leão Ascendente” iniciada por Israel, foi precedido por um alerta enviado à população da capital iraniana, pedindo a evacuação do distrito onde se localiza a emissora. Veja momento:
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🚨BREAKING:
Iranian state TV was just bombed live on air during a broadcast. pic.twitter.com/buluTye0pz
— Sardar Saqlain Nahra (@SardarNahra) June 16, 2025
Segundo a imprensa iraniana, o ataque foi uma tentativa de “silenciar a voz do Irã”. Enquanto isso, vídeos de moradores mostram os arredores do prédio completamente destruídos. A emissora chegou a interromper a programação, mas já retomou as transmissões.
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Essa ofensiva ocorre no contexto de uma troca feroz de mísseis. Israel bombardeou instalações nucleares e alvos estratégicos iranianos, matando importantes líderes militares. O Irã retaliou com mísseis que atingiram áreas residenciais e refinarias em Israel.
Em quatro dias de combates, mais de 224 pessoas morreram no Irã, a maioria civis, e 22 em Israel. As baixas incluem crianças, e os ataques não poupam nem mesmo hospitais ou áreas diplomáticas.
A investida sobre a TV estatal marca um momento simbólico e estratégico: atingir a comunicação em massa é também atacar a moral de um povo. Especialistas apontam que o Irã encontra dificuldades em defender seus céus dominados pela força aérea israelense, o que agrava a sensação de vulnerabilidade.