Vítima de queda de elevador em João Pessoa ficou paraplégica; detalhes sobre estado de saúde são expostos

As causas do acidente senguem sob investigação.

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Acidentes envolvendo elevadores residenciais costumam gerar preocupação entre moradores de condomínios, especialmente quando já existem registros anteriores de falhas técnicas ou denúncias relacionadas à manutenção dos equipamentos.

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Em grandes centros urbanos, problemas estruturais em prédios têm despertado atenção crescente das autoridades e da Justiça, principalmente após episódios que colocam vidas em risco e levantam questionamentos sobre segurança e responsabilidade.

Em João Pessoa, a mulher de 36 anos que sofreu uma lesão grave após a queda de um elevador passou por uma cirurgia na coluna na noite desta última  quinta-feira (14). O procedimento aconteceu no Hospital Nossa Senhora das Neves.

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Segundo informações divulgadas pela unidade de saúde, a cirurgia teve como objetivo tratar uma fratura na coluna vertebral associada à compressão medular. Os médicos realizaram estabilização da região afetada, além de procedimentos para aliviar a pressão sobre a medula e alinhar a fratura.

Após a operação, a paciente foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva, onde permanece em estado estável. Até o momento, não há confirmação sobre uma possível reversão do quadro de paraplegia diagnosticado após o acidente.

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A mulher, natural do Suriname e residente na Holanda, havia se mudado recentemente para João Pessoa com os dois filhos pequenos devido à qualidade de vida e ao clima da cidade.

No momento da queda do elevador, as crianças, de três e cinco anos, também estavam na cabine. Elas sofreram escoriações leves, receberam atendimento médico e tiveram alta no dia seguinte.

O acidente aconteceu em um condomínio localizado no bairro do Altiplano, quando o elevador despencou do terceiro andar. Moradores iniciaram o resgate antes mesmo da chegada das equipes de socorro.

O caso ganhou ainda mais repercussão após a divulgação de informações sobre um processo judicial movido pelo próprio condomínio contra a construtora responsável pelo empreendimento.

A ação aponta falhas estruturais recorrentes nos elevadores desde a entrega do prédio, ocorrida em 2023. Documentos técnicos anexados ao processo relatam travamentos, falhas de segurança, ausência de equipamentos emergenciais e até registros anteriores de queda em outros blocos.

Um laudo elaborado entre o fim de 2025 e o início de 2026 recomendou a substituição completa dos elevadores, classificando os problemas encontrados como de alta prioridade. A investigação sobre as responsabilidades pelo acidente segue em andamento.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.