Ataque em universidade dos EUA deixa mortos e feridos; atirador não foi capturado

Ataque aconteceu em dia de grande movimentação na universidade

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O medo que se espalha durante um ataque é algo que paralisa cidades inteiras. Em questão de segundos, o som dos tiros substitui o barulho cotidiano, e o instinto de sobrevivência fala mais alto que a razão.

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Foi esse o cenário vivido por estudantes da Universidade Brown, uma das mais prestigiadas dos Estados Unidos, que se tornou palco de um novo episódio de violência armada um problema recorrente que assombra o país.

Na tarde de sábado, dia 12 de dezembro, um atirador abriu fogo no campus da Universidade Brown, em Providence, Rhode Island, enquanto os alunos realizavam os exames finais do semestre. Segundo informações da polícia local e da própria instituição, duas pessoas morreram e oito ficaram feridas.

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Até o fechamento desta matéria, nenhum suspeito havia sido preso, e as autoridades acreditam que o ataque foi cometido por um único atirador. O episódio começou nas proximidades do edifício Barus e Holley, que abriga os departamentos de engenharia e física.

O primeiro alerta de emergência foi disparado às 16h22 (horário local), orientando estudantes e funcionários a se trancarem em salas e permanecerem escondidos. “Tranque as portas, silencie os telefones e permaneça abrigado até novo aviso”, dizia a mensagem oficial da universidade.

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Imagens divulgadas por emissoras locais mostraram alunos agachados nas salas de aula, enquanto do lado de fora dezenas de viaturas, bombeiros e ambulâncias se posicionavam em torno do campus. A polícia de Providence, com apoio do FBI, assumiu a investigação e mantém a área isolada.

A Universidade Brown, fundada em 1764 e integrante da Ivy League, é reconhecida por sua tradição acadêmica e por abrigar mais de 10 mil estudantes. O ataque, ocorrido em um momento de provas e intensa movimentação, reacende o debate sobre segurança nas instituições de ensino americanas, que enfrentam um número crescente de incidentes com armas de fogo.

Em meio ao caos e à incerteza, uma certeza permanece: o medo virou rotina em lugares que deveriam ser sinônimos de aprendizado e esperança.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira