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Nesta sexta-feira (13/02), a Justiça do Distrito Federal aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público, contra o empresário Pedro Turra. Aos 19 anos, ele se tornou réu por homicídio doloso no caso Rodrigo Castanheira.
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A denúncia foi analisada e aceita pelo juiz André Ribeiro. Neste caso, a promotoria entendeu que Turra teve a intenção de matar, quando engajou em briga corporal com o adolescente, de 16 anos.
Inicialmente, a polícia chegou a apurar o caso como lesão corporal seguida de morte. No entanto, as investigações revelaram que a dinâmica dos fatos não foi exatamente como Turra e amigos descreveram.
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Num primeiro momento, os envolvidos alegaram que a briga começou por um desentendimento quando Turra cuspiu um chiclete na direção de um amigo de Rodrigo, que não teria gostado da situação.
No entanto, a polícia identificou que Turra e os amigos foram ate o local, uma festa para qual não haviam sido convidados, com o intuito de se envolver em uma briga. A motivação seria ciúmes de um amigo de Turra, depois que sua ex-namorada teria se aproximado de Rodrigo.
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Pedro Turra esta preso, em caráter preventivo, após decisão da Justiça. Agora que o agressor se tornou réu por homicídio doloso, Turra deverá ser julgado pelo Tribunal do Júri – quando pessoas comuns da sociedade são convocadas para julgar o caso.
A denúncia do Ministério Público salienta a violência empregada por Turra, que tem um tipo físico muito maior do que tinha a vítima. Para o órgão, Rodrigo foi vítima de uma emboscada e estava em vulnerabilidade no momento das agressões.
Considerando a legislação atual, além do agravante previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, Pedro Turra pode ser condenado a até 30 anos de prisão, por homicídio doloso.