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A investigação de um possível caso de Mpox em Itajaí, Litoral Norte de Santa Catarina, foi descartada oficialmente. O paciente permaneceu alguns dias internado no Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, enquanto cumpria “quarentena”.
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O paciente não teve o nome revelado, mas foi confirmado que se trata de um técnico de enfermagem da rede municipal local. O quadro de saúde se apresentou inicialmente com lesões na pele e levantou a suspeita de mpox.
Em resposta rápida, o paciente teve amostras colhidas e enviadas ao laboratório. Ele logo foi internado também, onde permaneceu sendo observado até a última sexta-feira (10/04), quando recebeu alta.
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De acordo com as autoridades locais, a suspeita de mpox foi descartada após exames confirmarem o diagnóstico correto do paciente: varicela-zoster, conhecida popularmente como catapora.
Em nota, a secretaria de saúde confirmou que o paciente teve uma melhora observada no quadro e recebeu alta para dar continuidade ao tratamento em casa. Não foram divulgados mais detalhes sobre o caso.
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Mpox exige monitoramento e ação integrada do SUS
A Mpox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox, que inicialmente ficou conhecida como “varíola do macaco”, mas depois teve o nome oficial determinado como MPOX. A doença é contraída principalmente pelo contato direto com um paciente infectado.
O sintoma mais comum são as erupções cutâneas, muito características. Ainda assim, o diagnóstico só é fechado diante da confirmação laboratorial. A doença pode levar à complicações, inclusive ser fatal, mas até hoje mantém uma taxa de mortalidade considerada baixa.
Não apenas no Brasil, mas os sintomas de saúde mundo à fora, mantém um monitoramento intenso sobre os casos da doença, que gera alerta sobre riscos de potenciais endemias e até epidemias, o que exige uma ação integrada pelo Sistema Único de Saúde.