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O número de mortos em decorrência dos fortes terremotos que atingiram a Venezuela no fim de junho subiu para 3.889, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira (9) pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
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O novo levantamento confirma mais 78 mortes em relação ao boletim anterior divulgado pelas autoridades. Além das vítimas fatais, o governo venezuelano informou que 16.740 pessoas ficaram feridas e outras 17.907 permanecem desalojadas em consequência dos tremores.
Os terremotos ocorreram em 24 de junho e tiveram magnitudes de 7,2 e 7,5. As áreas mais atingidas foram Caracas, capital do país, e o estado de La Guaira, onde foram registrados os maiores danos à infraestrutura.
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Segundo o governo, os abalos provocaram estragos em 856 edifícios, dos quais 190 desabaram completamente. As autoridades classificam os terremotos como os mais intensos registrados no país desde 1900.
Enquanto as equipes de emergência seguem mobilizadas nas regiões afetadas, bombeiros e resgatistas venezuelanos trabalham em conjunto com profissionais enviados por outros países na tentativa de localizar possíveis sobreviventes entre os escombros.
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Até o momento, o governo não divulgou um número oficial de pessoas desaparecidas. No entanto, estimativas de organizações da sociedade civil indicam que cerca de 30 mil pessoas continuam sendo procuradas por familiares após a tragédia.
As operações de busca e resgate permanecem em andamento, enquanto as autoridades avaliam a extensão dos danos e coordenam ações de assistência às famílias afetadas pelos terremotos. O cenário no país é de destruição e a contabilização das perdas ainda não foi concluída.
Depois dos terremotos, vários países enviaram ajuda humanitária. O Brasil conta com a presença de militares e socorristas no país vizinhos, trabalhando em coordenação com as forças de resgate nacionais para a busca e socorro aos grupos mais atingidos.