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A Polícia Civil do Rio de Janeiro encerrou nesta quarta-feira o inquérito sobre o estupro sofrido por uma adolescente de 17 anos em Copacabana. Quatro jovens se tornaram réu por estupro e cárcere privado, enquanto um adolescente foi denunciado por ato infracional.
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No entanto, detalhes sobre o caso tem gerado revolta nas redes sociais. Um dos motivos disso foi a decisão do Ministério Público do Rio de Janeiro, que não pediu a internação do adolescente acusado.
Segundo as investigações da Polícia Civil, o adolescente é o mentor dos crimes. Ele atraiu a vítima e armou a emboscada. No local, a menina foi violentada por cinco agressores, incluindo o adolescente.
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Ainda de acordo com a polícia, o garoto tinha total consciência do crime e chegou a perguntar a vítima se a mãe dela tinha o hábito de ve-la nua, porque ela tinha hematomas por todo o corpo.
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A polícia ainda investiga outros dois casos, que tiveram a mesma dinâmica e envolvendo o mesmo adolescente. Os crimes teriam começado em 2023, com o mesmo adolescente atraindo as vítimas e armando emboscadas, segundo as denúncias.
Em entrevista, o delegado falou sobre como os crimes foram cometidos e detalhou que foram ações de grande violência. Além da violação sexual, as vítimas também relataram agressões físicas e psicológicas.
Ainda assim, Em nota, o MPRRJ afirmou que “representou para que ele responda por ato infracional análogo ao crime investigado”, mas confirmou não ter pedido a internação do garoto. O órgão, no entanto, afirma que não descarta “eventuais medidas cautelares”.
Um dos casos de 2023, denunciados após repercussão deste caso, também teria sido orquestrado pelo adolescente. Mattheus Martins também teria participado do crime e a polícia tenta esclarecer se João Gabriel também teve envolvimento.
Vitor Hugo Simonin, por sua vez, foi denunciado por outro crime de estupro. A vítima relata ter sido abusada durante uma festa da escola, em outubro de 2025.