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Auxílio Brasil: Lula vai baixar ou vai manter os pagamentos de R$600 em 2023?

Beneficiários expressam apreensão.

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O último domingo de outubro elegeu Lula como presidente para os próximos quatro anos, com mandato começando em primeiro de janeiro. Naturalmente, surgem sentimentos na população que podem ser dos mais amplos possíveis, incluindo expectativa, insegurança, confiança, desconfiança, etc.

Fato é que o governo Lula, que virá composto por figuras que extrapolam o Partido dos Trabalhadores, formando a famosa “frente ampla”, gera dúvidas e algumas delas se sobressaem, como as questões levantadas por muitos beneficiários do programa Auxílio Brasil.

O programa substituiu o Bolsa Família, que operou por 18 anos. O pagamento médio do Bolsa Família era de R$ 189 e não havia correção pela inflação. O programa previa o pagamento a famílias pobres, especialmente aquelas em situação de insegurança alimentar.

O Auxílio Brasil, quando foi lançado, previa o pagamento médio de R$ 217. Em 2020, com a pandemia, o governo, por pressão do Congresso, lançou o programa de Auxílio Emergencial, que pagou R$600.

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Diante da pressão popular, o governo manteve o valor mesmo após a ampla vacinação, agora justificado pelas consequências econômicas tanto da pandemia, quanto pela Guerra da Rússia contra a Ucrânia.

Com a mudança de mandato, as pessoas passaram a se perguntar: Lula vai manter o pagamento no valor de R$600? A verdade é que o valor só estava previsto até dezembro, por meio de medida provisória.

Isto é, ainda que Bolsonaro tivesse sido reeleito, os pagamentos do Auxílio Brasil cairiam em 2023. Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê a parcela fixa de R$405. Se Lula quiser manter a promessa de pagar R$600, terá que reajustar o orçamento para 2024, ou arrumar outra forma, já que o orçamento de 2023 será definido ainda no governo Bolsonaro.

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Via: jc.ne10.uol.com.br