Detalhes de como jovem matou a mãe e irmão mais novo são expostos e assustam

O caso deixou a população local em choque.

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Um caso de grande repercussão abalou a tranquilidade da população da cidade de Campo Largo, que está localizada na Região Metropolitana de Curitiba, capital do estado do Paraná, no último domingo, 4 de janeiro.

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Um jovem de 21 anos foi preso em flagrante, acusado de ter matado a própria mãe, Juliana Galardinovic Ribeiro, de 45 anos, e o irmão mais novo, Levi Galardinovic Hooper, de apenas 10 anos.

As mortes aconteceram dentro da residência da família e estão sendo investigadas pela Polícia Civil do Paraná. A Polícia Militar localizou o suspeito em frente à casa da família logo após os acontecimentos.

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Ele foi levado à delegacia, onde confessou os homicídios. Conforme informações fornecidas pelas autoridades, o jovem revelou que o crime foi planejado e motivado por ciúmes da relação entre a mãe e o irmão caçula.

O ataque, segundo ele, aconteceu no porão da residência, onde as vítimas teriam sido atingidas com golpes de faca. Depois do ato, o suspeito ainda tentou disfarçar o ocorrido.

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Ele lavou a arma utilizada e assumiu temporariamente o controle do celular da mãe, respondendo mensagens recebidas, incluindo uma de uma vizinha que relatou ter escutado gritos vindos da casa. Esse comportamento levantou suspeitas, que culminaram na chegada da polícia ao local.

Durante o depoimento, o jovem afirmou fazer uso de medicamentos psiquiátricos. A Polícia Civil destacou que essa informação será considerada durante o curso das investigações, mas que, até o momento, não há impedimento legal para sua responsabilização criminal.

Ele foi formalmente indiciado por feminicídio, pela morte da mãe, e por homicídio qualificado, em relação ao irmão. Após os procedimentos legais iniciais, o jovem foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanece sob custódia e à disposição da Justiça.

O caso, de extrema complexidade, levanta importantes reflexões sobre a necessidade de atenção aos sinais de desequilíbrio emocional dentro das famílias, além de reforçar o papel crucial de redes de apoio psicológico e social na prevenção de situações drásticas como esta.

Escrito por

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.