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A Associação do Futebol Argentino (AFA) negou que celulares de seus dirigentes tenham sido apreendidos pelo Departamento Federal de Investigação (FBI) antes do retorno da delegação a Buenos Aires, em 20 de julho. A manifestação ocorreu após veículos da imprensa argentina divulgarem que a operação teria atingido integrantes da entidade em Nova York.
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Segundo os portais Infobae, Clarín e As, além do presidente, também teriam sido alvo da ação o tesoureiro Pablo Toviggino e os empresários Diego Lucero e Javier Faroni. As publicações afirmam que Tapia e Toviggino são investigados por suspeitas de fraude e peculato.
Ainda de acordo com as reportagens, dirigentes da AFA foram convocados a comparecer ao Tribunal Distrital da Flórida em 30 de julho. A investigação apura um suposto desvio de cerca de US$ 300 milhões (aproximadamente R$ 1,5 bilhão) por meio de empresas de fachada.
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Entre as companhias citadas está a TourProdEnter, sediada na Flórida. Conforme as denúncias, a empresa teria sido utilizada para movimentar recursos provenientes de contratos de patrocínio e foi criada pelo empresário Javier Faroni.
Em nota oficial, porém, a AFA contestou as informações divulgadas. A entidade afirmou que é “absolutamente falso” que o celular de Chiqui Tapia tenha sido apreendido durante a suposta operação.
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A associação também negou que Tapia e Pablo Toviggino tenham sido intimados pela Justiça norte-americana, afirmando que a convocação judicial mencionada na imprensa se refere a uma terceira pessoa, sem relação com os dirigentes.
A ação do FBI não esta diretamente relacionada à Copa do Mundo, mas sim as operações da Federação Argentina. No entanto, a notícia vem à tona em um momento de turbulência para o futebol do país.
Além de terem ficado apenas como vice na Copa, o time argentina enfrenta graves críticas mundo afora pelo estilo de jogo considerado “desleal” e acusações de fraude.