Imunidade para COVID-19 pode durar apenas meses

Depois que as pessoas são infectadas com o novo coronavírus, sua imunidade natural ao vírus pode diminuir em meses, sugere um novo artigo pré-impresso.

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Depois que as pessoas são infectadas com o novo coronavírus, sua imunidade natural ao vírus pode diminuir em meses, sugere um novo artigo pré-impresso. A imunidade de anticorpos covid-19 pode durar apenas meses, sugere estudo do Reino Unido.

Imunidade para COVID-19 pode durar apenas meses

O artigo, divulgado no servidor médico medrxiv.org no sábado e ainda não publicado em uma revista médica revisada por especialistas, sugere que as respostas de anticorpos podem começar a declinar 20 a 30 dias após o surgimento dos sintomas do Covid-19. Anticorpos são as proteínas que o corpo produz para combater infecções.

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“Mostramos que as respostas de ligação a IgM e IgA diminuem após 20 a 30 dias”, escreveram os pesquisadores de instituições no Reino Unido, que também descobriram que a gravidade dos sintomas do Covid-19 pode determinar a magnitude da resposta do anticorpo.

O novo estudo incluiu amostras coletadas de 65 pacientes com Covid-19 confirmado até 94 dias após o início dos sintomas e de 31 profissionais de saúde que realizaram testes de anticorpos a cada uma a duas semanas entre março e junho.

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Em geral, pode levar de uma a três semanas após a infecção para que seu corpo produza anticorpos, de acordo com os Centros dos EUA para Controle e Prevenção de Doenças.

Desde o início da pandemia, a Organização Mundial da Saúde alertou que as pessoas que usaram o Covid-19 não estão necessariamente imunes ao vírus novamente, pelo menos é o que a aponta estudos.

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No entanto, o novo estudo teve algumas limitações, incluindo a necessidade de mais pesquisas para determinar se resultados semelhantes surgiriam em um grupo maior de pacientes e quais dados poderiam mostrar por períodos mais longos quando se trata de infecção pelo coronavírus, denominada SARS-CoV -2.

“Este estudo tem implicações importantes ao considerar a proteção contra a reinfecção por SARS-CoV-2 e a durabilidade da proteção da vacina”, escreveram os pesquisadores no jornal.

Via: uol.com.br

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Escrito por Sálvio Roberto Freitas Reis

Licenciado em Informática e especialista em Segurança da Informação (MBA) possuo experiência com redação voltada a ambientes de TI e Ciências da Computação com ênfase em Informática.