Luto: Prima da querida cantora Ana Castela da morre em Cuiabá aos 35 anos

Prima da cantora faleceu nesta quinta, dia 23 de outubro

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A dor de perder alguém querido é sempre profunda, mas se torna ainda mais difícil quando acontece de forma repentina e envolve alguém cheio de planos e sonhos. A família da cantora Ana Castela enfrenta esse momento delicado após o falecimento de sua prima, Paula Proença Castela Ribeiro, ocorrido nesta quinta, dia 23 de outubro, em Cuiabá (MT).

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A notícia abalou os familiares e admiradores da artista, que vinha mobilizando uma corrente de solidariedade nas redes sociais em busca de doações de sangue para ajudar a prima internada.

Paula, de 35 anos, estava grávida e residia em Cáceres, a cerca de 218 km da capital mato-grossense. Ela havia sido internada dias antes, e seu estado de saúde foi divulgado publicamente quando Ana Castela fez um apelo nas redes sociais pedindo ajuda.

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Centenas de fãs se uniram em uma grande corrente de fé, enviando mensagens de apoio e esperança. A confirmação do falecimento foi feita pela Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, comunidade da qual Paula fazia parte.

Em nota, a instituição descreveu a jovem como “uma verdadeira adoradora do Senhor, exemplo de fé, dedicação e amor à obra de Deus”. Até o início da tarde, a causa da morte ainda não havia sido divulgada.

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Ana Castela, que frequentemente compartilha momentos pessoais com os fãs, ainda não havia se pronunciado publicamente após a confirmação da perda, mas pessoas próximas à família relataram que todos estão profundamente abalados.

Paula era conhecida entre os amigos pela alegria e pela fé que transmitia em suas palavras e atitudes. Sua história, marcada pela generosidade e por uma espiritualidade inspiradora, deixa um legado de amor e união.

O caso comoveu não apenas a cidade de Cáceres, mas também o público que acompanha a trajetória da “Boiadeira”, que agora enfrenta um momento de recolhimento e luto em família.

A partida de Paula reforça a importância dos gestos de solidariedade e das correntes de empatia que nascem em tempos de dor, lembrando que, mesmo diante das perdas, o amor e a fé continuam sendo forças que sustentam quem fica.

Escrito por

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira