ANÚNCIOS
Nesta semana, o nome de Eliza Samúdio voltou as manchetes da imprensa brasileira. A modelo foi morta em 2010, vítima de um crime que marcou o noticiário brasileiro e também a própria polícia civil do Rio de Janeiro.
ANÚNCIOS
A história voltou ao noticiário após um passaporte de Eliza ser encontrado em Portugal. De acordo com as informações, o documento foi utilizado por Eliza para entrar no país europeu em 2007.
Com a descoberta do documento, muito se especulou, inclusive a possibilidade de Eliza ainda estar viva e vivendo no exterior. Mesmo com o caso sendo considerado encerrado no Brasil, com a condenação dos culpados, o corpo de Eliza nunca foi encontrado.
ANÚNCIOS
No entanto, tudo indica que o documento foi apenas perdido em Portugal e, por motivos ainda não esclarecidos, foi parar no imóvel onde foi encontrado. Para a mãe de Eliza, não existe esperança de que ela esteja viva.
“Minha filha está morta. E essa é uma frase que nenhuma mãe deveria repetir todos os dias para si mesma”, declarou Sônia. A mulher assumiu os cuidados do neto, Bruno Samúdio, após o feminicídio.
ANÚNCIOS
Sônia também criticou a maneira como a imprensa tem repercutido a descoberta do passaporte. Para ela, a imagem de Eliza tem sido usada de forma inapropriada em nome de fama e engajamento.
“Dói constatar que ainda existam profissionais da imprensa que escolham ignorar a sensibilidade e a ética, deixando de investigar os fatos com seriedade. Aprendi que não se pode esperar humanidade de pessoas pequenas diante de uma dor que elas nunca precisaram sentir”, disse.
O corpo de Eliza nunca foi encontrado. Segundo as investigações, Eliza teve o corpo mutilado e dado para alimentação de animais. Em 2013, a Justiça brasileira emitiu uma certidão de óbito.