O homicídio do garotinho Rhuan Maycon, aos 9 anos de idade, chegou a ser um dos assassinatos mais horrendos e maliciosos de 2019, tendo uma repercussão nacional. O menino chegou a ser morto pela própria mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, na companhia de Kacyla Priscyla Santiago Damasceno Pessoa.
O corpo do garoto foi achado pelo dia 1 do mês julho do ano anterior, dentro de sua mala, onde se encontrava esquartejado. Na última quarta-feira, dia 25 de novembro; o Tribunal do Júri de Samambaia, localizado no DF, teria condenado ambas criminosa pelo homicídio qualificado, ocultação, lesão corporal gravíssima e destruição de cadáver, sem contar com fraude processual e tortura.
A decisão primária teria definido que a mãe de Maycon, Rosana; teria sido condenada a 65 anos de reclusão, sem contar os outros 8 meses e 10 dias. Kacyla chegou a ser condenada com 65 anos de reclusão, sem contar também com os outros 8 meses e dez dia. O TJ-DF justifica em sua página porque as condenações estão diferentes.
Ele justifica dizendo que a pena de reclusão é utilizada em condenações bastante severas, o regime de cumprimento podendo ser trancado, aberto ou até semiaberto, e de costume, chega a ser cumprida em estabelecimento de grande segurança. A detenção adicionada para condenações mais leves e não chega a admitir que o início do cumprimento seja o tal regime fechado.
Segundo às informações dadas pelo MP-DF, Kacyla teria se mantido em silêncio no decorrer do julgamento; assumindo a execução de todos os atos criminosos citados. De acordo com ela, não teve participação da amiga, mãe do menino, no homicídio.
Via: metropoles.com