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Leniel, pai do menino assassinado, no dia 8 do último mês, deu uma entrevista, onde relata sobre a conclusão da investigação da morte do filho, no qual levou a mãe o companheiro há prisão. O engenheiro recordou que que o filho tinha lhe dito que tinha sido ferido pelo padrasto, no qual a ex-mulher negou que isso tivesse ocorrido, e ainda faliu que “mataria” caso a agressão ocorresse.
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Leniel ressalta que ela disse, esquece que isso não acontece, onde mencionou que disse que o mataria se soubesse que o Jairinho o fizesse… se ele magoa-se o filho (…). Leniel ainda se questiona, como uma mulher que diz que mata por causa do filho, pode estar ao lado de alguém que matou o dela? “Demoníaco, assustador”, destacou.
O engenheiro falou que demorou a acreditar que a ex-mulher pudesse ser conivente com as agressões, como consta na investigação. Ele ressalta que não acreditava que uma mãe pudesse estar a esconder algo de tamanha monstruosidade (…). Ele se questiona ainda, como pode um ser humano agredir uma criança de quatro anos?
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Em seu relato, ele disse que para ele trata-se de um demoníaco, assustador. Disse ainda, como é que uma mãe que sempre cuidou bem do filho, no decorrer de quatro anos, a partir do momento que tem um companheiro que mal conhece, em curtos meses, e pretere uma pessoa ao filho? Ele disse ainda,que tudo isso é muito estranho. Que não consegue explicar o que poderá ter ocorrido. Qual será a ganância, a luxuria, e um novo cargo público.
Ele recordou ainda, momentos do dia que o menino foi assassinado, quando deixou a criança no prédio onde a mãe e o companheiro residiam. Que o menino aparentava estar nervoso e com medo, conta o pai. Leniel relembrou que quando entregou o menino que foi se aproximando mais perto, e ele foi ficando cada vez mais nervoso, e quando ele se percebeu que estava próximo do Magestic.
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Continuando, ele disse que o menino cada vez se mostrou mais nervoso, e começou a sentir náusea, tanto que ele precisou de abrir e ele vomitou na saída do carro, recorda. Ainda no decorrer da entrevista, o pai da criança, ficou muito emocionado e até chorou ao recordar o que sentiu depois do velório do filho.
Ele em suas palavras contou que hoje tudo estava claro, que o seu filho não queria ir para aquele sitio. No qual aquele sitio, poderia estar sendo o lugar onde ele era torturado. Só que a ex-mulher nunca que disse nada a ele. Ele ressaltou que além de levar o filho dele, além de entregarem o menino sem vida, ainda ter que aguentar isso o resto da vida.
Ele disse que o seu filho primogênito, ter que o enterrar, no qual eles lhe fizeram ele ficar com essa sensação de impunidade, no qual não conseguiu ajudar, e de não ter feito mais pelo menino. Impotência total, conclui.