Caso Aline: suspeito pelo crime vai preso, agride repórter e recebe o troco; assista

Suspeito de ter matado Aline Dantas cuspiu em repórter na delegacia, mas ela não deixou por menos e reagiu dando uma surra de microfone no homem.

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Eronildo Martins de Vasconcelos, de 45 anos, foi preso nesta quarta-feira (2). Ele é suspeito de ter matado a jovem Aline Dantas, de 19 anos, na cidade de Alumínio, interior de São Paulo.

O crime ocorreu no dia 8 de setembro, o corpo da jovem foi encontrado três dias depois e os detalhes chamaram a atenção de muita gente. O crime abalou os moradores de Alumínio.

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Aline foi abusada sexualmente, assassinada e o autor do crime ainda tentou colocar fogo no corpo para evitar que alguém encontrasse as evidências.

Eronildo era alvo da polícia desde o dia 19 de setembro, mas os investigadores aguardaram o resultado de alguns laudos para o prenderem. A polícia foi até a casa do homem, que está desempregado, e efetuaram voz de prisão.

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Além do crime, Eronildo tomou uma outra atitude que está causando revolta. Na delegacia, ele agrediu mais uma mulher. Uma repórter da Band que trabalhava no local recebeu uma cuspida quando tentava entrevistar Eronildo. Revoltada com a situação, ela não deixou barata e respondeu à agressão dando microfonadas no homem suspeito de ter matado Aline Dantas.

A atitude Eronildo chamou a atenção e foi criticada nas redes sociais. Muitos internautas viram nessa atitude a prova inequívoca de que ele odeia as mulheres. Todo mundo concordou que o modo que a repórter usou para se defender também foi correto.

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Eronildo estava algemado no momento em que cuspiu na repórter. Se não estivesse, nada o impediria de desferir um tapa ou soco contra a profissional que estava trabalhando no local e queria ouvir a sua versão sobre os fatos. O ataque mostra que ser repórter policial no Brasil não é uma tarefa fácil.

O homem nega que tenha matado Aline Dantas, mas todas as evidências recolhidas pela polícia levam até ele. Exames de DNA apontaram que embaixo das unhas de Aline havia carga genética do agressor.

Além dele, outros três suspeitos estiveram nos radares da polícia. Eronildo e mais dois desses homens já responderam por crimes sexuais no passado. Os três homens foram descartados pela polícia porque as evidências mais fortes levam até Eronildo.

 

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Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista profissional desde 2015. Escrevo sobre política, famosos, curiosidades e tudo que possa render bons textos e boas histórias!