Crise com Moro derruba bolsa e dólar bate recorde a R$5,53

Com a crise a Ibovespa passou a descolar dos rumos do exterior

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Na contramão da maior parte dos pregões do ano, a Ibovespa voltou novamente a descolar dos rumos do exterior. A situação se iniciou nesta quinta-feira (23) após terem sido divulgados os rumores do pedido de demissão que foi feito pelo ministro da Justiça Sergio Moro.

O feito do ex-juiz antes de ter assumido o Planalto foi comandar a Operação Lava Jato, e agora com a eventual saída dele do cargo, um dos pilares do governo atual, e a figura com maior popularidade no Planalto, foi motivo para derrubar a Ibovespa, que até o momento operava e, alta, para um queda de mais de 2%.

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Pela manhã o dólar já havia renomado o recorde que foi constado na véspera. Agora a perspectiva é de Selic mais baixa e menos moeda americana circulando no Brasil agora, que vem pressionando o seu preço em reais a subir.

No entanto, o câmbio ameaçava a desacelerar o rali de alta, quando a bomba em Brasília chegou, com isso o dólar voltou a acelerar e testou novas máximas.

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Agora o clima mais positivo pela manhã era sustentado pelas novas disparadas do petróleo. O segundo seguido, depois de ter acontecido duas quedas fortes logo no começo desta semana. Na segunda-feira (20) o commodity chegou até mesmo a ser vendido sob os preços negativos em Nova York.

O gatilho que serviu para sustentar estas altas novas que foram indicada, principalmente o salto que aconteceu em Nova York vieram de apostas para que os produtores americanos que antes estavam relutando em cortar suas ofertas, agora estão tomando um novo caminho.

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Além disso, a Opep+ alegou que tem aceitado seguir este caminho há alguns pregões atrás, o que pode explicar a volatilidade dos preços em Londres.

 

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Escrito por Redator News Hero

Sou especialista em notícias da TV, fofocas de famosos e acontecimentos em geral. Também escrevo sobre acontecimentos no meio político.