Devido a arrombamentos de portões, novo presidente do BNDES já foi condenado

O caso tem gerado grande repercussão na web.

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Em 2015, o novo presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, Gustavo Montezano, ao continuar a festejar seu aniversário, derrubou dois portões do edifício onde residia, contando com a presença de cerca de 30 convidados, sendo condenado pela justiça.

O juiz que está cuidando do caso, Guilherme Ferreira da Cruz, informou que nas imagens se segurança que existem no local foi visto um comportamento civil que era semelhante a um “arrastão”.

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No entanto, o presidente negou, dizendo que o caso se tratava apenas de uma reunião, declarando em sua defesa.

Ao ser encerrado o caso, foi determinado em junho de 2018 que Gustavo seria obrigado a pagar aproximadamente um mês de aluguel do mesmo condomínio que mora, tendo o valor de R$ 28 mil.

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E de acordo com o Ministério da Economia o processo do deputado foi encerrado tendo os débitos quitados. A “reunião”, como foi descrita por Montezano, contou com a presença do filho do atual presidente do Brasil Jair Bolsonaro, este o deputado Eduardo Bolsonaro.O deputado de 38 anos de idade é graduado em engenharia do Instituto Militar de Engenharia e Mestre em Finanças pelo Ibmec. Natural de Brasília, é filho do economista Roberto Montezano, que é professor da Ibmec há mais 30 anos.

Ele tem como missões devolver os recursos devidos pelo banco ao Tesouro Nacional e também abrir o que é classificado por Bolsonaro como “caixa-preta” do BNDES, o que não será fácil, já que nos últimos anos o BNDES já vem ampliando as informações disponíveis.

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Montezano tem 17 anos na carreira no mercado financeiro e deu inicio a sua carreira como analista do Opportunity no Rio de Janeiro.  Até então, Gustavo era o numero dois do secretario de Desestatização, Salim Mattar.

Visto como um nome próximo a Mattar, Montezano teria preferido emplacar uma pessoa ligada a ele para à frente da secretaria do Ministério da Economia.

Atualmente, a ideia é que Montezano trabalhe em conjunto com a secretaria de Mattar para agilizar e andar mais rápido com as privatizações da União, segundo apurações do Broadcast, serviço em tempo real do Estado de São Paulo.

 

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Escrito por Pedro Henrique

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